Atuação — Nº 01
Quando o governo está do outro lado, tudo o que você diz, assina e entrega é prova. A primeira decisão é escolher quem ficará entre você e ele.
Um processo criminal não é uma busca pela verdade. É um teste da prova do governo — cada elemento, cada testemunha, cada elo de cada cadeia de custódia. O The Bear Firm passou três décadas aplicando esse teste, em mais de mil causas criminais, da primeira audiência ao veredicto do júri.
O Dr. Santoro aprendeu o manual da acusação por dentro: no início da carreira, foi ele quem escreveu o manual de treinamento da Promotoria do Condado de Kings sobre a persecução de crimes de trânsito — o manual que os promotores estudavam. Desde então, dedica cada ano a voltar essa formação para a defesa. Ele sabe como os casos são construídos — e, por isso, sabe onde eles se rompem.
O melhor trabalho do escritório costuma ser invisível. Investigações encerradas sem acusação. Grandes júris que jamais ofereceram denúncia. Clientes que voltaram para casa e nunca viram o próprio nome na capa de um processo. Quando um caso não pode ser resolvido em silêncio, ele é preparado em alto e bom som — como se o júri já estivesse sentado — porque os promotores reservam suas melhores propostas aos réus que menos desejam enfrentar em julgamento.
Quem enfrenta uma acusação presume-se inocente. O trabalho do escritório é fazer o governo sentir o peso dessa presunção da primeira audiência à última palavra das alegações finais.
O advogado que defende o seu caso de embriaguez ao volante escreveu o manual em que os promotores foram treinados. De uma primeira autuação por dirigir alcoolizado à lesão corporal e ao homicídio na direção de veículo, esses casos se vencem nos detalhes que os outros pulam: a própria abordagem, os registros de calibração, as condições do teste de sobriedade, a cadeia de custódia da coleta de sangue, a ficha de treinamento do policial. Habilitações, sustentos e liberdade dependem de um pedido de exclusão de provas feito como se deve.
Posse, venda e conspirações de tráfico — estaduais e federais. Processos por drogas vivem e morrem na Quarta Emenda: a abordagem, a busca, o mandado, a interceptação, o informante. O escritório litiga a exclusão de provas com agressividade, ataca laudos periciais e cálculos de peso e, nos casos de conspiração, obriga o governo a provar o acordo — e não a mera associação.
As leis de armas de Nova York estão entre as mais duras do país, e as acusações federais de armas de fogo carregam penas mínimas obrigatórias que mudam uma vida em um único artigo. O escritório defende casos de posse e de posse presumida, questões de porte e licenciamento que deram errado e processos federais sob os estatutos de armas — em que o contencioso de busca e apreensão e a exposição a penas mínimas obrigatórias exigem um advogado que leva casos a júri, e não apenas negocia penas.
Casos de fraude são livros contábeis com adjetivos. Fraude eletrônica e postal, furto qualificado, apropriação indébita, registros comerciais falsificados, alegações de lavagem de dinheiro — o Dr. Santoro lê ele próprio a prova financeira, linha por linha, com a formação de um contador e o propósito de quem conduzirá o interrogatório cruzado. Em procedimentos paralelos, o escritório coordena a defesa criminal com a exposição cível e regulatória, para que uma declaração feita em um foro jamais se torne a prova de outro.
Sonegação, omissão de declaração e declarações falsas situam-se na junção das duas disciplinas do escritório — a defesa criminal e a prática de imposto de renda perante o IRS e a Corte Tributária dos Estados Unidos. Quando os agentes especiais aparecem, a fiscalização cível já se tornou outra coisa. O escritório defende o processo criminal enquanto administra o lançamento fiscal — e sabe quais números o governo consegue de fato provar.
Homicídio, lesão corporal, roubo e os demais casos em que não há como exagerar a gravidade do que está em jogo. Esses casos são levados a julgamento — até o veredicto, quando necessário. O trabalho do escritório em júris criminais inclui absolvições integrais de clientes que enfrentavam penas mínimas obrigatórias e o arquivamento de todas as acusações após anos de defesa sustentada. Não há substituto para um advogado que a acusação acredita que escolherá um júri.
A melhor defesa criminal termina antes de o caso começar. Cartas de investigado, intimações, agentes à porta, um detetive que “só quer conversar” — as horas que se seguem ao primeiro contato são onde os casos se ganham ou se perdem. O escritório intervém de imediato: controlando as comunicações, invocando sigilos, apresentando manifestações aos promotores e conduzindo a atuação perante o grande júri para que, sempre que possível, o caso se encerre sem que qualquer acusação seja formalizada.
Admitido perante a Suprema Corte dos Estados Unidos e oito Tribunais de Apelação federais, o escritório redige e sustenta apelações contra condenações criminais e busca remédios pós-condenatórios — impugnações de pena, alegações de defesa técnica deficiente e pedidos de anulação — para seus próprios clientes e para aqueles cujos advogados de primeira instância ficaram aquém.
Cada elemento. Cada testemunha. Cada dúvida razoável.
Como uma defesa é construída
Desde o primeiro telefonema, o escritório assume toda a comunicação com investigadores e promotores. O cliente para de falar; a defesa começa a falar. Nada é oferecido, nada é assinado e nada é entregue sem luta ou sem razão.
A defesa conduz sua própria investigação — testemunhas, registros, vídeos, trabalho de cena — antes que as memórias endureçam e as provas desapareçam. O dossiê do governo é o ponto de partida, nunca a palavra final.
Pedidos de exclusão de provas, exigência do acesso integral à instrução e impugnações a buscas, declarações, reconhecimentos e perícias. Cada prova que o juízo exclui é uma prova que o júri jamais ouvirá.
Acordos só são buscados de uma posição de força — e a força vem de um único lugar: a convicção da acusação de que esta defesa escolherá um júri e a obrigará a provar tudo. Quando a proposta não é a certa, o escritório leva o caso a julgamento.
Defesa de um cliente falsamente acusado, diante de pena mínima obrigatória. Levado a julgamento perante o júri até o veredicto. Absolvido de todas as acusações.
Uma defesa sustentada por dois anos contra graves acusações criminais, concluída com o arquivamento de todas elas.
Julgamentos, resoluções negociadas, arquivamentos e investigações encerradas sem acusação — nos tribunais estaduais de Nova York e nos distritos federais desde 1997.
Publicidade de advogados. Resultados anteriores não garantem desfecho semelhante. Cada caso depende de seus próprios fatos.
Ele nunca dourou a pílula nem fez promessas que não pudesse cumprir… Eu o vi dedicar horas incontáveis ao meu caso e me tratar como se eu fosse da sua própria família.Cliente — Absolvido de todas as acusações
Se agentes ligaram, uma busca aconteceu ou uma prisão foi realizada, as próximas horas importam mais do que os próximos meses. As consultas são confidenciais e protegidas pelo sigilo advogado-cliente.
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